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Hidratação é a principal aliada no
combate às pedras nos rins

Cálculo renal, popularmente conhecido como pedra no rim, é uma calcificação anormal que se forma no interior das vias urinárias, em consequência de uma combinação de aspectos hereditários e do metabolismo. Aspectos como a alimentação inadequada e algumas atividades ocupacionais também contribuem para o quadro.

Segundo o dr. Fernando Korkes, suplente delegado da Sociedade Brasileira de Urologia - Seccional São Paulo (SBU-SP), essa irregularidade ocorre no momento em que a urina passa a concentrar mais substâncias como cálcio, oxalato e ácido úrico, podendo se aglutinar e originar os cálculos. Os fatores de risco abrangem questões genéticas, dietas ricas em proteínas e sódio, pessoas obesas e homens com mais de 40 anos.

No início, o paciente não apresenta sintomas. Ao se movimentarem dentro do rim, a pessoa sentirá dores intensas na região abdominal e ao urinar. "Frequentemente, pode apresentar urina com sangue, de coloração anormal", alerta o urologista.

Para um diagnóstico completo, o médico solicitará exame de sangue para verificar as quantidades de cálcio e ácido úrico na corrente sanguínea; exame de urina, para conferir a presença de substâncias relacionadas à formação das pedras; e exame de raio-x, ultrassom e tomografia para a visualização dos cálculos no interior do trato urinário.

O tratamento, em geral, possui caráter preventivo, no sentido de inibir o surgimento de novas pedras, mas sempre variando conforme as características de cada caso. "O paciente requer acompanhamento e medicação ou cirurgias endoscópicas. Duas importantes medidas eficientes consistem na hidratação e na redução do consumo de sódio como fator de proteção", ensina.

Em quadros de pedras pequenas, não costumar ser necessário recorrer à cirurgia. Recomenda-se o uso de analgésicos para aliviar a dor. "Nos últimos anos, desenvolveram-se medicamentos mais eficientes que colaboram para eliminar os cálculos", comenta.

Se as pedras apresentam uma dimensão maior, determinados procedimentos invasivos são alternativas para sua extração, como ondas de choque extracorpóreas para quebrar as pedras por meio de vibrações, inserção de um tubo fino na uretra para a retirada endoscópica, ou muito raramente corte nas costas do paciente para remoção cirúrgica.


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